Michael Jackson queria virar um monstro?

Oi? É isso mesmo produção?

 

Foi o que o diretor do clipe Thriller, John Landis, disse na última segunda feira (04/09) no Festival de Cinema de Veneza, ele contou que na verdade

a produção não veio de uma ideia brilhante e sim da vontade que o astro pop, Michael Jackson, tinha de se tornar um monstro.

O diretor estava em Veneza para o lançamento do clipe em 3D, 35 anos após o original. A exibição foi feita em um evento especial fora do espaço de competição.

Em entrevista coletiva para a imprensa, disse que o clipe “Thriller não foi boa ideia de ninguém, não foi um brilhante plano empresarial”,

afirmou Landis em uma entrevista coletiva no festival. “Foi um vídeo de vaidade porque Michael queria ser um monstro. E tudo que veio evoluiu a partir disto.

Foi espetacularmente bem-sucedido, fiquei totalmente surpreso”.

Foto: Tiziana Fabi

Disse ainda que Michael lhe abordou pela primeira, pois gostou de seu trabalho em “Um Lobisomem Americano em Londres” e junto com o artista de

maquiagem Rick Baker, se juntaram para olhar referências de antigos monstros.

“Acontece que ele não tinha visto muitos filmes de terror, eles eram muito assustadores. Eu achei ele ótimo”, afirmou aos risos. “Ele queria zumbis,

mas a grande coisa para ele era se transformar em um monstro.”

John Landis diz que teve a ideia de transformar o clipe em 3D porque realmente queria que vocês experimentassem da maneira que Michael queria que

vocês experimentassem”.

Analisamos o filme quadro por quadro e não tinha objetivo de ser em 3D, então não estamos jogando nada contra vocês ou coisa do tipo, mas o 3D

melhora certas partes da dança tremendamente. A dança está muito melhorada”, disse.

“Minha única decepção é que Michael não está aqui para ver ou ouvir, porque acho que ele amaria”, afirmou o diretor.

                                                                                                                                                                                                                          Fonte: Estadão S.Paulo

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